Todos os dias despertamos e não conseguimos viver a vida como desejamos.
Tomamos o café e seguimos resignados pela trilha aberta na mata da existência.
Caminhamos, vezes incontáveis, sobre a terra marcada, até que já não desviamos dos contornos que endurecem os pés pela vida.
Nosso encontro diário com este chão duro de terra vermelha afundará lentamente, até transformar-se, um dia, em cova profunda, íntima e definitiva.
Alex, no outono feliz de 2017

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