Pensando sobre o que ouvi a respeito do “amor” ao trabalho...
Quando comemos um pão quente, não sabemos quem é o padeiro, nem temos interesse em sua vida. Apenas apreciamos, pagamos e, se gostamos, voltamos a comprar.
Do lado do padeiro, também não há interesse na vida de quem consome. Ele faz o pão para sobreviver e vender mais pão. O prazer pode até existir, mas não necessariamente por amor ao produto.
Esse sentimento é irrelevante na qualidade e nas relações comerciais. Um fornece, o outro consome.
O único amor presente nessa relação é o amor próprio: o esforço que retorna em forma de necessidades atendidas, conforto ou satisfação.
Não é preciso amar o produto para que seja bem feito. Exigir “amor” nesse tipo de relação é romantizar o que não precisa de romance.
Assim penso, por hoje.

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