20/09/2015

Regra de Ouro



O tema de hoje é regra de ouro. Percebam pelas frases abaixo que quando um conceito é perfeito ele pode até ser modificado, mas a essência continua sendo a mesma. Leia e conclua se não dizem a mesma coisa com palavras diferentes.

Cristianismo:

- "O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles."
Lucas 6:31

- "Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês."
Mateus 7:12

Budismo:

- "Não firas os outros de um modo que não gostarias de ser ferido."
Udanda-Varqa 5:18

- "De cinco maneiras um verdadeiro líder deve tratar seus amigos e dependentes: com generosidade, cortesia, benevolência, dando o que deles espera receber e sendo tão fiel quanto à sua própria palavra."
Digha Nikaya iii.185-91, Sigalovada Sutta

Zoroastrismo:

- "Aquela natureza só é boa quando não faz ao outro aquilo que não é bom para ela própria."
Dadistan-i Dinik 94:5

Judaísmo:

- "O que te é odioso, não faças ao teu semelhante. Esta é toda a Lei, o resto é comentário."
Talmude, Shabbat 31a

Hinduísmo:

- "Esta é a soma de toda a verdadeira virtude: trate os outros tal como gostarias que eles te tratassem. Não faças ao teu próximo o que não gostarias que ele depois fizesse a ti."
Mahabharata

Islamismo:
- "Nenhum de vós é um crente até que deseje a seu irmão aquilo que deseja para si mesmo."
Sunnah

Taoísmo:

- O homem superior "deve apiedar-se das tendências malignas dos outros; olhar os ganhos deles como se fossem seus próprios, e suas perdas do mesmo modo."
Thai-Shang

Confucionismo:

- "Eis por certo a máxima da bondade: Não faças aos outros o que não queres que façam a ti."
Analectos XV,23


Fé Bahá'í:
- "Não desejar para os outros o que não deseja para si próprio, nem prometer aquilo que não pode cumprir."
Gleenings

Sikhismo:
- "Julga aos outros como a ti mesmo julgas. Então participarás do Céu."

Jainismo:
- "Na felicidade e na infelicidade, na alegria e na dor, precisamos olhar todas as criaturas assim como
olhamos a nós mesmos."


Publicado por Alex Gil Rodrigues em 20/09/2015. Espero não ser processado por direitos autorais. 



É muito fácil dizer "deixa isso prá lá"


Raro leitor, hoje acordei pensando numas coisas. Sei que não sou perfeito, erro algumas vezes, mas me esforço para fazer com os outros o que gostaria que fizessem comigo. Essa frase é um clichê, mas ainda funciona em qualquer tempo e lugar, sendo portanto uma regra de ouro.

Sei também que existe muita diferença entre a teoria, o ideal e a vida prática.

Quando estamos com um problema que incomoda muito a gente ou quando somos ofendidos de tal forma que levamos os pensamentos para o travesseiro, o que menos queremos ouvir nessa hora é o famoso:

- Deixa isso prá lá!

É muito fácil dizer essa frase para o outro e certamente eu também já falei isso para algumas pessoas. 
Claro, estando fora do problema e não sentindo na pele e na mente o que o outro está sentindo é muito fácil e confortável falar para o outro deixar pra lá!

Reconheço que em determinadas situações "deixar prá lá" e esperar o tempo passar, às vezes, é a melhor solução, mas acredito que isso deva ser tratado como exceção. 

Se a gente se silencia para todas as injustiças da vida no embalo do "deixa pra lá", nós nunca vamos fazer justiça e estaremos até sendo coniventes e omissos com a injustiça, para não dizer covardes. E os injustos prosperam quando nos silenciamos. 

Existem muitas formas de combater as injustiças e as canalhices. Isso aqui não é receita de vitamina, mas invente a sua. As palavras também funcionam como arma. Se bem colocada e direcionada, acerta o alvo. Pense nisso!

O nosso silêncio pode ser tão pernicioso quanto aquele que pratica a injustiça.


Pensando nisso, prometo que eu só vou "deixar pra lá" em último caso, ou seja se naquele momento crítico não for possível resolver em hipótese alguma.




Elaborado por Alex Gil Rodrigues em 20/09/2015


10/09/2015

Um dia a casa cai


Hoje eu vou contar a história real. O nome fictício do sujeito é Natanael, um camarada arrogante, soberbo, narcisista e que possui o péssimo hábito de falar num tom acima do considerado educado.

Além disso, não conhece a arte de ser simpático e cultivar uma boa relação com os subordinados.

Típico filhinho-de-papai que cresceu mimado tendo todas as suas vontades realizadas. Ele achava que na vida profissional as pessoas abaixo de sua "grandeza" foram feitas para lhe servir, sorrir e admirá-lo.

Natanael, abre seu olho! A vida real é uma selva meu irmão! Ou você se adapta ou cedo ou tarde sua cara de mau não assustará nem uma criança.

Para alcançar o sucesso você precisa de uma equipe forte e alinhada com você. Os aliados entre outras coisas, atuam como combatentes que te defendem e garantem a sua sobrevivência. Ah! Ser educado com as pessoas também ajuda bastante!

Natanael se sentia autossuficiente e ignorava as pessoas ao seu redor. 

Mas essa imponência de Natanael teve vida curta. Minha avó dizia que, quem nunca comeu mel, quando come se lambuza.

Natanael era casado e sua mulher morava em outra cidade. Isso fez ele se sentir ainda mais poderoso em outro campo fora da profissional: o da conquista amorosa!

E foi exatamente nesse campo que Natanael quebrou a cara!

Ele era um galanteador típico e gostava de ir alinhado e perfumado para impressionar as mulheres. Cumprimentava-as com sorrisinhos, piscadinhas de olhos e beijinhos em cada face. Aos olhos dos homens, um autêntico canalha. 

Como já disse, sua mulher morava em outra cidade, e com essa distância, Natanael ficava sozinho e achava que esse álibi era suficiente para ficar imune e se lambuzar sem a vigília da patroa.

Certo dia, ele conheceu uma mulher na cidade e logo se tornaram amantes.

Natanael se sentiu o máximo com essa aventura e ficou cada vez mais gaboso.

O pavão perto dele era um pinto.

Porém, um belo dia, todo aquele céu azul se transformou num manto negro e ocorreu algo inesperado que o deixou desesperado.

A mulher que Natanael estava se encontrando era casada e além disso possuía um marido extremamente ciumento e violento!

O marido, já desconfiado com as escapadas da esposa, acabou descobrindo o caso e não se conformando com a galhada, resolveu caçar o galanteador em sua cidade para tirar satisfações!

A mulher de Natanael ligou para ele e disse que havia um homem muito nervoso em seu portão, dizendo-se traído e querendo falar com ele a qualquer custo!

E agora Natanael? O que fazer? Você não possui aliados para te ajudar. Possui um cargo de respeito e um marido raivoso querendo te matar!

Natanael não contava com a possibilidade de ser descoberto e essa é uma falha muito comum. A pessoa muito "confiante e otimista" pensa que nada vai dar errado. 

Natanael se desespera e num ato inimaginável chama um subordinado que ele julga ser o mais bobo, fecha a porta e fala:

 - Você tem que me ajudar Hermes! - quase gritando como habitual como se fosse mais uma ordem profissional.

Hermes é um mineiro desconfiado e introspectivo. Está na empresa há muito tempo e ouve aquela "ordem" com atenção.

 - O que você precisa? - perguntou Hermes.

- Quero que você ligue para o marido de uma mulher que conheci nessa cidade e diga que você é meu namorado e que eu sou gay!

Hermes arregala os olhos sem entender direito aquele pedido aloprado.

Uma semana antes, Hermes havia pedido ao seu chefe arrogante uma folga não remunerada para visitar seus parentes em Minas e naquela ocasião, Natanael negou o seu pedido e ainda riu dele, por pedir algo tão "absurdo" e contra as normas da empresa!

 - O quê você está me pedindo? - pergunta Hermes.

- Isso mesmo que você ouviu Hermes, você tem que me ajudar! - repete Natanael com a arrogância de sempre, como se tivesse o direito de pedir aquilo.

Hermes nem respondeu, levantou-se constrangido e foi direto ao setor de Recursos Humanos revelar toda aquela história insólita ao gerente.

Natanael foi desligado no dia seguinte por infringir as normas de conduta ética e até hoje ninguém na empresa, além de Hermes, ficou sabendo porque ele foi desligado. 


Alguns segredos nunca são revelados!



Elaborado por Alex Gil Rodrigues em 24/01/2015.

07/09/2015

Facebook e a revista Caras

Caro visitante, segue mais um vídeo de Leandro Karnal para reflexão.

Gostaria de sugerir aos raros leitores para assistirem o período de tempo de 17:58 h à 26:00 h (8 minutos) onde relaciono com o título dessa publicação.

Se bem que também achei interessante o restante do vídeo, mas como não conheço o perfil de quem me lê, óbvio, presumo que você também não possui paciência para assistir o vídeo completo. 

Obs: É só clicar o mouse no tempo na linha horizontal na parte inferior onde demonstra o tempo e avançar até o tempo desejado. 






Publicado por Alex Gil Rodrigues, no feriado de 07/09/2015.


Sobre a Inveja

Olá visitante, hoje quero compartilhar uma palestra do professor Leandro Karnal sobre o tema "inveja".

Eu assisti esse vídeo abaixo em várias etapas porque é um pouco longo para o nosso escasso tempo disponível.

A minha estratégia para assisti-lo sem comprometer as demandas da vida, foi acessá-lo em várias partes, como a leitura de um livro. Recomendo proceder assim, caso possua interesse em aprender algo ou conhecer-te a ti mesmo. 

Posso te garantir que vale a pena o tempo gasto com esse conteúdo. 
Leandro Karnal é historiador, escritor, palestrante e professor da Unicamp.
Parece um robô falando, descrevendo trechos de livros, datas, lugares, citações, além de possui um humor irônico, ácido, do jeito que eu gosto. O cara é muito inteligente!

Tive a oportunidade de aprender detalhadamente o que é a "inveja" apenas agora depois de "velho" ao assistir esse vídeo. 

Terminei essa palestra com a sensação de ganho. 

Antecipo que esse tipo de vídeo não é recomendado para pessoas impacientes, pois trata-se de um conteúdo reflexivo para ser assistido ouvindo, pensando e sem pressa como degustar uma taça de vinho. Algo "fora de moda" atualmente.

Se você não se enquadra nesse perfil ou não tem interesse por temas "banais", não insista, pois vai sentir tédio. 




Publicado por Alex Gil Rodrigues no feriado de 07/09/2015.



03/09/2015

Uma "homenagem" ao nobre canalha



A satisfação de ver agonizar um canalha, quer ele seja um mártir, quer ele seja um ladrão, é maior que a de sentir os braços opulentos de uma mulher que se entrega.

  Albino Forjaz



Publicado por Alex Gil Rodrigues em "homenagem" a um certo canalha que está com o rabo sujo, cantando de galo mas com os dias contados em 3.2.1...capitulado!


Obrigado por mais um dia!




Hoje estou irônico e resolvi publicar essas palavras. Não posso? Claro que sim. 
Aqui nesse espaço o escravo sonha que está livre!



Publicado por Alex Gil Rodrigues em 03/09/2015

29/08/2015

O silêncio



Noite fria e estrelada de Agosto.
Caminho pensando sobre os diversos "silêncios" que experimentamos.
Existem várias formas e cada um com sua particularidade, encanto e mistério.
O silêncio da noite é o meu preferido.
Mas isso depende muito da fase da vida.
Como é bom ficar distante dos ruídos dos carros, anúncios, gritos, buzinas, ronco de motos, música alta e toda sonoridade da vida moderna. 
Gosto de mergulhar no silêncio interior sem a interferência e demandas automatizadas e cronometradas da vida.
Desconfio que esse prazer seja um sintoma da idade, pois com o tempo a gente procura por si com mais intensidade.
Já parou para pensar nos diversos silêncios que existem?

Enumerei alguns tipos de silêncio, sem critério algum, conforme foram surgindo em minha mente:

O silêncio de Deus
O silêncio da pedra
O silêncio dos ressentidos
O silêncio de quem ignora
O silêncio dos indefesos
O silêncio dos vingativos
O silêncio do mar
O silêncio cúmplice
O silêncio da biblioteca
O silêncio do hospital
O silêncio do mudo
O silêncio dos perdedores
O silêncio da morte
O silêncio do cemitério
O silêncio eterno
O silêncio absoluto


Por hoje é só, vou mergulhar agora no silêncio da noite nessa noite fria de Agosto.

Elaborado pelo pensativo Alex Gil Rodrigues em 29/08/2015. 

Mensagem para os jovens (principalmente).




Dedicada aos mais jovens ou pensando bem, para qualquer pessoa que ainda tenha tempo e vontade.

Publicado por Alex Gil Rodrigues em 29/08/2015

18/08/2015

Até mais e obrigado pelos peixes!


Semana passada ganhei peixes de um vizinho.
Peixes pequenos, é verdade, mas quando se ganha algo não se olha o tamanho, não é mesmo? 
Brincadeirinha vizinho! Aliás, caso um dia você leia isso e antes que me julgue mal educado, "Obrigado pelos peixes"! (Aproveitando, essa frase para quem não conhece é uma menção ao quarto livro escrito pelo saudoso Douglas Adams). 
Agora uma pergunta: O que o livro tem a ver com os peixes?
Eu repondo: Nada! , quando escrevo gosto de divagar sem compromissos e regras rígidas.

Mas mesmo assim, para que ninguém fique no vácuo, vou explicar essa bobagem. Essa frase era a mensagem que os golfinhos deixaram na Terra, antes dela ser demolida para a construção de uma via expressa hiperespacial, no Guia do Mochileiro das Galáxias. 

Pensando bem, essa informação não vai fazer a menor diferença em sua vida, como tudo que escrevo aqui no Blog Banal.

Bem, voltando ao assunto após agradecer a gentileza do vizinho, devorei-os fritos com limão e cerveja Itaipava gelada! , mas antes, claro, tive que tirar as escamas, cortar a cabeça, rabo, barbatanas, limpar a barriga e temperar! Dá um trabalho limpar peixe em casa!  

Falando sério, esses peixes me fizeram lembrar de minha primeira e única pescaria na vida.
Mas Alex, só mais uma perguntinha: Porque escrever sobre um assunto tão banal?
Ninguém tem interesse nesse tipo de história!

Eu sei disso, pensamento intruso! Não fazemos algo apenas para o interesse dos outros. Até agradeço a atenção dos que perdem seu precioso tempo lendo minhas bobagens, mas antes disso e sobretudo, escrevo porque me dá prazer. Além disso, ainda descanso minha mente após minha caminhada diária.

Confesso que nunca me senti atraído por pescarias, mas sempre tive curiosidade de saber que prazer é esse, afinal muita gente gosta.
Certa vez, fui pescar com um grupo de colegas do trabalho em Angra dos Reis, cidade distante 96 Km de Barra Mansa, minha terra natal, comprei a linha, anzol e fomos num carro fretado.
Chegamos em Angra dos Reis no final do dia e compramos sardinhas para servirem de iscas. 
Depois disso, fomos até o cais negociar um barco que coubesse 12 pessoas e que não fosse muito caro.
Os barcos ficavam atracados na poluída praia do Anil, no centro da cidade, aliás até hoje.
Toda embarcação possui um nome gravado no casco de madeira: Brucutu, Sophia, Marruah, Maracatu, Caju Amigo, Phoenix, Doce Vita e por aí vai.

A nossa embarcação escolhida estava escrito: CARONTE.
Perguntei aos colegas se eles sabiam o significado desse nome e, claro, ninguém sabia.
Resolvi não falar também, afinal esse detalhe era irrelevante e poucos se interessam por esse tipo de coisa.
Sou um sujeito observador e gosto de pesquisar os significados do mundo.
Dividimos o valor da locação do barco pela quantidade dos amigos "pescadores" e finalmente zarpamos.
Eram 19:00 h e a noite caiu com vontade e a temperatura era agradável.
No convés, muitas latas de cerveja, gelo, cachaça, sardinha e até iogurtes.
Nessa época eu só tomava refrigerante e água.
No céu, as estrelas pareciam mais perto dos olhos e brilhavam como refletores.
Seguimos mar a dentro rasgando a noite à procura dos peixes.
A cerveja acabou e nenhum peixe apareceu!
As horas avançavam e a cada "tripulante" procurava um canto para dormir sobre o balanço das ondas.
Realmente o mar não estava para peixe.
Mas como sou teimoso, fiquei a noite inteira acordado na esperança de pescar o meu primeiro peixe.

Todos adormeceram, inclusive o barqueiro do Caronte. Passei a noite inteira acordado até que o tédio me fez companhia e juntos ficamos em silêncio.

O tempo passou e finalmente o sol apontou no horizonte quando o barqueiro acordou e gritou:
- Olha o cardume de espadas!!!
Aquele grito fez todo mundo despertar com euforia preparando as iscas e lançando ao mar para resgatar aqueles peixes prateados. 
Eram muitos!!!
Era só jogar a isca, puxar as espadas para dentro, destroncar o pescoço e pegar o próximo.
Pegamos muitos!!! Eram tantos peixes que conseguíamos fisgá-los até com o alumínio da tampa de iogurte enrolado no anzol. E juro que isso não é história de pescador!
O sol brilhava sobre o alumínio e o seu reflexo atraía os peixes.

Aquele cardume salvou a pescaria e nunca mais tive vontade de pescar, apesar de ter gostado da aventura, da viagem, da noite estrelada e do silêncio ao mar...

Hoje quando me chamam para pescar agradeço o convite e recuso, mas se me chamarem para comer peixes fritos e temperados no prato, estou aqui!


Mais uma história banal escrita por Alex Gil Rodrigues em 18/08/2015
Obs: Na realidade a frase do livro de Douglas Adams é: "Até mais, e obrigado pelos peixes".

03/08/2015

Indicação de Livro: A dança do Universo


Hoje indicarei um livro do professor, escritor, físico e astrônomo Marcelo Gleiser.

Aliás, possuo quatro livros de sua autoria: A Dança do Universo, O Fim da Terra e do Céu (esse não terminei a leitura), A Harmonia do Mundo e Criação Imperfeita.

Meu preferido é "A Dança do Universo", sem dúvida o melhor de todos, onde ele descreve dos mitos da criação do universo ao Big-Bang.

Ah! Mas se você achar que esse assunto é banal e que a "verdade" encontra-se bem explicadinho na Bíblia e ponto final, não vou te contestar. Desculpe, mas não perco tempo com dogmáticos. Sou um livre pensador banal e apenas apresento as minhas banalidades nesse espaço virtual.

Livro: A Dança do Universo - Dos Mitos de Criação ao Big-Bang

Não há cultura que não tenha tentado dar uma resposta à pergunta sobre a origem do universo. O que aconteceu no momento do surgimento? Houve um minuto determinado em que o Universo que nos rodeia surgiu?

Essas são questões tão antigas como a própria humanidade. Muitos procuram a resposta nos mitos e na religião. Outros nas teorias científicas.

Recomendo a todas as pessoas, pois se trata de um texto que aborda com escrita fascinante, simples e didática a importante história da Física e da Astronomia, que também é em grande parte a história do pensamento humano.

O livro trata da origem do universo começando com os mitos da criação, passando pelos filósofos gregos até chegar paulatinamente nas teorias científicas de criação do universo, pincelando os princípios de física clássica e quântica de forma leve e acessível para leigos.

Livro escrito por Marcelo Gleiser em 1997 e publicado por este banal em 03/08/2015.