29/10/2015

Como descobrir quem visita seu perfil no Facebook


Caros amigos, visitantes, anônimos, ocultos, voyeurs e cibernéticos, sejam bem-vindos ao Blog Banal, um espaço como o próprio nome diz: banal.

Hoje vou transmitir uma dica para você que chegou até aqui. Ensinarei como descobrir quem mais visita seu perfil na rede social. Sabe aquele amigo que finge de morto, desinteressado ou que diz que não usa o Facebook? Então, siga o passo-a-passo abaixo que elaborei e confira.

Fique tranquilo que isso não danifica seu computador pois já fiz no meu várias vezes e eu não faria essa maldade com você.

Segue a receita de bolo grátis. É muito simples, quando se sabe, claro.


1º - Assim que você entrar em sua página principal do Facebook, digite: Control +U (Abrirá uma aba automaticamente), ao lado da página do Facebook.

2º - Vá até essa aba que se abriu e digite: Control + F (Agora vai abrir uma caixa de pesquisa).

3º - Digite nessa caixa a seguinte palavra: InitialChatFriendsList

4º - Agora é o seguinte. Todas as pessoas que visitam seu perfil possuem uma numeração. Copie a sequência de números, por exemplo 100003167908455-2 (Obs: Copie apenas do nº 1 ao 5, despreze o -2)

5º - Cole na sua página do Facebook, no seu navegador após o "/" , exemplo: https://www.facebook.com/100003167908455

6º Tecle enter

7º Abrirá a página de quem te visitou recentemente, sendo que o primeiro que aparece equivale ao perfil de quem mais te visita sem você saber (lógico) e assim sucessivamente.

Inicialmente eu pensei que esse número tivesse relacionado com as pessoas que eu tivera conversado recentemente através do chat, mas eu não uso o chat com minha esposa e amigos, então o número do perfil se confirmou, afinal a minha esposa é a que mais me visita no Facebook . Comprovado!

Assim que tiver mais alguma dica/bobagem que não servirá para absolutamente NADA em sua vida, publico novamente.


Alex - O Banal, além de escrever besteiras nesse Blog, agora bancando o aprendiz de Hacker nas horas ociosas!

Elaborado por Alex Gil Rodrigues em 29/10/2015.





25/10/2015

Bolas de sabão



Estou aqui no Blog Banal como habitual, pensando em algumas bobagens e pior do que isso, registrando tudo.

Talvez quando eu envelhecer (se eu envelhecer) e ler tudo isso novamente, me acharei tolo por esses pensamentos, pois já tive essa experiência recentemente com umas coisas que escrevi na minha juventude e não me reconheci. 


Provavelmente a história se repetirá, mas não me preocuparei. A minha vida logo será esquecida e isso será apenas alguns registros de um "pó" que tomou consciência por uns tempos e escreveu suas bobagens em público.

Não será por essa rápida e fugaz passagem do tempo que me furtarei de escrever o que penso hoje, porque isso representa tudo que percebo neste momento e só por isso não deveria me envergonhar.

Com o tempo, é lógico que mudaremos nossa forma de interpretar o mundo. Trata-se de um processo natural.

Hoje deu vontade de escrever sobre aquelas pessoas que a gente convive às vezes por um longo tempo e mesmo assim não conseguimos estabelecer nenhum intercâmbio de conhecimento, pois nada falam e nada acrescentam. São como bolas de sabão sem nenhum conteúdo. 

Não confundir essa denominação que inventei agora com aquelas pessoas silenciosas, pois dessas eu tenho até prazer na convivência, pois gente barulhenta enche o saco e tira a paz.


Apenas não curto gente que nada acrescenta e gosta de ficar na sombra o tempo todo.
 

Se isso é um preconceito de minha parte, tudo bem também, pois não ligo para essas convenções sociais.

E olha que nem estou sendo exigente, esperando que as pessoas argumentem sobre temas complexos ou sofisticados. Não é sobre isso que falo. Estou comentando apenas sobre temas banais que surgem no dia-dia onde qualquer pessoa que tenha boa vontade para conversar, consegue azeitar a relação de forma natural, compartilhar ideias ou simplesmente manter a manutenção da convivência social.

Mudando um pouco o assunto mas sem sair do contexto, essa publicação não tem nenhuma relação com as pobres interações do Facebook. Que fique bem claro que não estou utilizando esse espaço para reclamar do silêncio, falta de comentários ou coisas do gênero relacionados ao Facebook. Nada disso. Esse tipo de interação na rede já estou vacinado pois sei que lá a relação é superficial e já entendi como funciona o seu mecanismo. 


Não é dessas pessoas que me queixo. Frequento a rede social para me distrair, mas não espero nada de volta, muito menos "curtidas". Afinal, ninguém tem a obrigação de "curtir" ou comentar as publicações. No início não pensava assim mas com o amadurecimento não ligo mais sobre essas questões menores.
Não comentar ou curtir é um direito que todos possuem como exercício de liberdade. 

E já que falei sobre isso, se a gente escrevesse tudo que pensa na publicação do "amigo" em público, iria aborrecê-lo e perderia o "amigo", porque para sobreviver nesse ambiente, considere a necessidade de ser neutro ou hipócrita.

Iniciei essa publicação para falar sobre outro tipo de perfil, lembra da denominação "bola de sabão"? Então, vamos retomar. Escrevo dessas pessoas de carne e osso que nós encontramos no ambiente do trabalho, na escola, na rua, na loja, na vizinhança, numa sala de espera ou em qualquer lugar. Sabe aquele tipo que quando você fala alguma coisa e a pessoa sempre balança a cabeça concordando com você, nunca diz nada e jamais acrescenta um ponto de vista, por mais simples que seja, se comportando como um autêntico zero à esquerda, neutro, sem tempero ou em cima do muro? Então, esse texto é dedicado a essa pessoa.


Sabe aquela situação em que você conversa, expõe ou transmite algum assunto nada comprometedor ou invasivo e você fica esperando algum retorno e não recebe nada de volta? Então, é desse tipo que estou falando novamente.


E por que ocorre esse tipo de reação? Pensei um pouquinho e relacionei algumas considerações banais ao estilo brainstorm para tentar entender essa implicância que você só encontra aqui no Blog Banal e nas pessoas mais velhas 
.
Aqui, nobre leitor, você não ganha nada e ainda perde o seu tempo.

Vamos a minha pequena lista elaborada num intervalo entre algumas goladas de café, em aproximadamente 10 minutos, sobre os comportamentos dos "bolas de sabão": 

- Timidez

- Perfil introspectivo
- Pessoa sem conteúdo
- Falta de afinidade
- Pessoa depressiva
- Pessoa desinteressada
- Diferença de nível intelectual
- Pessoa preconceituosa
- Pessoa que não gosta de gente
- Mau hálito  
- Falta de conteúdo
- Pessoa chata demais
- Empatia
- Complexo de inferioridade
- Superioridade
- Se for mulher, manter distância para evitar aproximação.

Bem, a lista não se encerra por aqui, mas para o meu ensaio banal já está de bom tamanho, para não encher o saco de quem conseguiu ler até aqui.

Como contraponto, vou comentar o lado oposto que também é detestável. Trata-se daquele tipo que fala demais e por não controlar a sua tagarelice, só fala besteira e também sem conteúdo.

Já as pessoas que quase não falam, parece que utilizam o silêncio intencional como estratégia para compensar sua limitação verbal e falta  de conteúdo mesmo.

Bem, acho que já falei demais e espero com isso não pertencer àquele grupo que fala muito e não diz nada e revelar porque agem dessa forma... É porque descobriram que "permanecendo em silêncio, até o idiota se passa por sábio".


Bem, essa era a implicância tola de hoje! 


Elaborado por Alex Gil Rodrigues em 25/10/2015. Espero não arrepender desse texto antes de envelhecer! 


Felicidade


Muito bom esse vídeo! Parabéns ao professor Clóvis de Barros Filho pela forma divertida, informal e inteligente de transmitir coisas interessantes.

Se você é uma pessoa sensível e não suporta palavrões não assista, pois ele é uma pessoa que fala de forma divertida, aberta e sem frescuras.



Publicado por Alex Gil Rodrigues em 25/10/2015


24/10/2015

Frozen para Júlia Axel


A música entre outas finalidades possui o poder de nos emocionar, transportar para outro lugar e relembrar momentos especiais.
Esta em particular me faz recordar da minha querida filha Júlia Axel Rodrigues, que adorava essa canção. Ela ficou apaixonada pelo filme da Dysney e ouviu incansavelmente em nossa casa.
Deixo essa publicação aqui neste diário de banalidades como lembrança de sua infância e sua alegria ao ouvir essa música.

Música tema: Disney's Frozen "Let It Go" -  Jun Sung Ahn Violin Cover



Publicado por Alex Gil Rodrigues em 24/10/2015


Estimulante para cachorro



Gosto de pensar e analisar o comportamento das pessoas para que eu possa melhorar meu relacionamento e tentar ser uma pessoa mais sociável (nem sempre consigo)!.

Gente é um bicho meio complicado de se lidar, não é mesmo? 

Quando estou trabalhando, sou bem focado nas tarefas e confesso que evito conversas para não perder o foco. Porém, quando faço uma pausa para um café, gosto de conversar com qualquer pessoa que compartilha o mesmo espaço que estou e de forma educada costumo puxar assunto para quebrar aquele silêncio constrangedor como aqueles que ocorrem habitualmente entre estranhos no elevador.

Nessa minha análise banal, percebi que existem pessoas que permanecem em seu silêncio seletivo, dependendo do "grau de importância" digamos assim, das pessoas que estão presentes no ambiente naquele momento.

Explico melhor, caro leitor do Blog Banal. 

Esse silêncio proposital, costuma durar apenas até a entrada de algum sujeito Alfa, como no romance Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley e tchan tchan tchan tchan!
Como num passe de mágica, aquele cidadão antes introspectivo e taciturno, com o seu cenho franzido como se estivesse elaborando uma estratégia para acabar com a guerra entre judeus e palestinos, imediatamente abre aquele sorrisão largo, bonito, fofo, mostrando todos os dentes e olhinhos apertados, feliz e cordial, dano pinta que o sujeito parece bipolar!

Eu olho bem atentamente aquela face feliz e concluo que deve existir algum estimulante muito forte naquele café para produzir uma felicidade tão instantânea naquele sujeito!

O suposto estimulante conseguiu torná-lo falante comigo enquanto o Alfa estava por perto!

Nossa! Depois dessa, preciso descobrir logo o segredo desse café, pois meu "pet" anda meio quieto ultimamente e vai que funciona com todos os cachorros! 




Elaborado por Alex Gil Rodrigues em 24/10/2015. Se sentindo irônico porém feliz e de bem com a vida por participar desses momentos e ter histórias para contar. Vou sair agora com a esposa, tomar um chopp e pensar um pouco sobre essa substância milagrosa. Quem sabe fico rico com essa descoberta hehehe.



Ótimo sábado a todos!

Ave Maria


Como é gostoso desfrutar da liberdade intelectual e ter o privilégio de admirar uma obra sem se preocupar com divergências religiosas ou disputas pequenas que reduzem a beleza e o encanto.

Essa música é tão linda que pertence ao gênero humano, independente de sua origem, tempo ou crença.

Penso assim.




Elaborado por Alex Gil Rodrigues em 24/10/2015. Com essa música adormeço feliz.



Mitologia Grega - Os Deuses Pagãos


E assim nasceu Deus à imagem e semelhança do homem!

Qualquer semelhança não é mera coincidência. É plágio, adaptação ou evolução para ajustar às novas necessidades.

"Essas histórias constituem o que é conhecido como mitologia grega, derivada da palavra "mythos", ela implica em algo falso, mas para os gregos antigos essas estórias eram uma questão de fé, elas ajudavam a explicar como e porque o mundo funciona dessa foma".

Para se acreditar nessas mitos era necessário ter fé. O que mudou hoje?


E disse Deus: Façamos o homem à NOSSA imagem, conforme a NOSSA semelhança.

Gênesis 1:26



Publicado por Alex Gil Rodrigues em 24/10/2015



Os mitos que inspiraram a Bíblia


Se você não concorda, possui todo o direito. Trata-se apenas de outro ponto de vista. Lembra-se de uma palavrinha chamada liberdade?

Refrescando a memória da pátria educadora:

"Liberdade de pensamento (liberdade de consciêncialiberdade de opinião ou liberdade de ideia) é a liberdade que os indivíduos têm de manter e defender sua posição sobre um fato, um ponto de vista ou uma ideia, independente das visões dos outros. Consta na Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo XVIII, que expressa que "todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião"[1] .



Publicado por Alex Gil em 24/10/2015



Violência doméstica




Alguém acha que uma pessoa que sofre violência doméstica precisa mesmo fazer um ponto preto "super-secreto" para pedir ajuda?
Se liga e saia da ingenuidade!
Se você sofrer alguma violência doméstica, ligue 180. 
Quem sofre violência doméstica não precisa desse recurso bobo.






Alex Gil em 24/10/2015